Além de tatuar imagens famosas,




"Não tiro minha lucidez das estrelas, e sem dúvida acredito-me conhecedora da Astrologia, mas não para dizer a boa ou a má sorte, de pragas, de morte, ou qualidades das estações; mas de teus olhos eu tiro meu conhecimento e nas estrelas fixas eu leio tal Arte; que Verdade e Beleza florescerão juntas se te converteres no Guardiã de ti mesma. Do contrário, de ti eu prognostico isso: que teu fim será o término da Verdade de da Beleza". Shakespeare




"Mr. Gordon" 2000 40" x 60" oil on canvas A pintura à óleo de retratos e cenas cotidianas, mitológicas ou imaginárias, que firmou sua técnica durante a Renascença, são ainda hoje uma das mais apreciadas e populares formas de arte, nos arrancando sempre algum encantamento. |
Mesmo hoje,
quando tudo pode ser capturado com um leve toque na câmera digital,
a Monalisa de Da Vince, a Moça com Brinco de Pérola de Vermeer
ou as cenas bíblicas de Rembrandt que
ainda impressionam o mundo
possam ser reproduzidos usando somente pincel, tinta, olhar apurado e técnica.
O artista Max Ferguson resgata essa arte secular que embelezou
monarcas desfavorecidos e fez casamentos ultramarinos na época
em que as webcams não eram nem um sonho,
mas o que surpreende em suas obras é o inesperado grau de ultra-realismo
que elas nos trazem,
algo que nem mesmo o conceito de retrato estaria pronto para digerir:
com sua tinta a óleo Ferguson extrai cenas do cotidiano extremamente fiéis
ao que realmente se vê.
Tão fiéis que mais parecem algum truque pregado pelo Photoshop.
Mas Max Ferguson é um estudioso da técnica dedicado a reproduzir com fidelidade o mundo ao seu redor.
O artista holandês graduou-se nas universidades de Amsterdan e Nova York há quase trinta anos e durante esse tempo tem realizado, além de seus trabalhos, estudos sobre técnicas de realidade em pinturas, luminosidades e principalmente sobre as cidades e seus habitantes , sua grande paixão.
"Katz's" 1993 20" x 30" oil on panell |
Destacam-se os quadros que tratam da população judaica de Nova Iorque.
(used as book cover for When a Jew Dies, by Samuel C. Heilman)
"Para mim, um dos elementos do meu trabalho é a relação entre as cidades e os cidadãos. Apesar de muitas das minhas pinturas funcionarem mesmo sem que haja uma pessoa retratada.
Mas quando elas se fazem presentes, sinto que é dado à elas qualidades humanas (versus as meramente urbanas)".
"Subterraneans" 1991 20" x 30" graphite and chalk on paper |
"Laundromat" 2006 8" x 12" oil on canvas
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"Saturday Night / Sunday Times" 2000 30" x 20" oil on panel |
"Miami Beach" 1999 18"x 24" oil on canvas |
"Farrier, Saratoga" 1998 16"x11" ink on paper |
"Skee Ball Self Portrat" 1991 20" x 16" graphite on paper
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